MULHERES ITINERANTES

 COLETIVO DE MULHERES DO MAB 

 

BRASIL | 2017 | DOCUMENTÁRIO | 1h 13m

 DIREÇÃO | Coletivo de Mulheres do MAB 

DIA 17.05 , ÀS 18H  | TABULEIRO DA VITÓRIA

 Sinopse: 

O que une 10 mulheres de diferentes cores, religiões, culturas e geografias? Por meio de uma técnica de costura chamada “arpillera”, utilizada por chilenas para denunciar os crimes da ditadura [1973-1990] comandada por Augusto Pinochet, o documentário entrelaça histórias de mulheres atingidas por barragens no Brasil.

Entre as barragens retratadas, está a de rejeitos da Samarco (Vale/BHP Billiton), que estourou em Mariana (MG) e causou a morte de 19 pessoas em novembro de 2015; a hidrelétrica de Belo Monte, que atingiu aproximadamente 40 mil pessoas em Altamira (PA); o Açude do Castanhão, que serve para abastecer a região metropolitana de Fortaleza (CE) e o Porto do Pecém; as hidrelétricas de Serra da Mesa e Cana Brava, em Goiás; e a hidrelétrica de Itá, concebida ainda no período da ditadura militar.

Com a linha da costura servindo como fio condutor da narrativa, o longa-metragem percorre as cinco regiões do país. Em cada local, capta a singularidade, mas também a história coletiva de força e resistência das mulheres. O que sempre foi vista como tarefa “do lar”, a costura, transforma-se em uma ferramenta de empoderamento.

Todas são convidadas a retomarem suas memórias alagadas pela água e de narrarem, por meio de uma arpillera, sua própria história.

 

BRASIL | 2018 | DOCUMENTÁRIO | 1h 13m DIREÇÃO | Amanda Kamanchek e Fernanda Frazão

DIA 20.05 , ÀS 19H  | ORLA DA FACEIRA

 Sinopse: 

As cidades foram feitas para as mulheres? O filme Chega de Fiu Fiu narra a história de Raquel, Rosa e Teresa, moradoras de três cidades brasileiras, que, por meio de ativismo, arte e poesia resistem e propõem novas formas de (con)viver no espaço público.

 

 O CASO DO HOMEM ERRADO

BRASIL | 2017 | DOCUMENTÁRIO | 1h 17m

 DIREÇÃO | CAMILA DE MORAES 

DIA 18.05 , ÀS 19H  | SANTIAGO DO IGUAPE

 Sinopse: 

O documentário conta a história do jovem operário negro Júlio César de Melo Pinto, que foi executado pela Brigada Militar, nos anos 1980, em Porto Alegre. O crime ganhou notoriedade após a imprensa divulgar fotos de Júlio sendo colocado com vida na viatura e chegar, 37 minutos depois, morto a tiros no hospital. O filme traz o depoimento de Ronaldo Bernardi, o fotógrafo que fez as imagens que tornaram o caso conhecido, da viúva do operário, Juçara Pinto, e de nomes respeitados da luta pelos direitos humanos e do movimento negro no Brasil. Além do caso que dá título ao filme, a produção discute ainda as mortes de pessoas negras provocadas pela polícia. A Anistia Internacional, inclusive, fala de genocídio da juventude negra devido ao grande número de jovens negros assassinados pelas forças de segurança no País.

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